A eterna luta de classes, estereotipada pela cor do colarinho. Qual é a cor do teu colarinho?

Sexta-feira, 19 de Julho de 2013
Corrupção na Origem da Bolha Imobiliária em Portugal

Se me dissessem há algum tempo atrás que houve pessoas em Portugal a lucrar 200 mil milhões de euros através de especulação, diria que era impossível. Sim, leu bem: duzentos mil milhões. Mais do dobro do valor total do resgate a Portugal (78 mil milhões).

Como e quem? Para saber o como basta ver o vídeo com atenção? Para saber o quem bastaria ver a documentação guardada em determinados escritórios em Portugal, mas que dificilmente alguém terá acesso.  

Quantos de nós compraram casa três vezes mais cara do que o seu valor real? Com juros tão baixos agora quando há 30 anos atrás estavam nos 25%, como é possível que a sistuação seja pior? Através da especulação de terrenos. O Sr. Pedro Bingre explica de modo claro neste vídeo como foram feitas fortunas sem trabalhar, sacando-se um total de 200 mil milhões ao povo português, dinheiro este concedido através de empréstimos bancários. 

Recordam-se do caso tornado público daquela pessoa que comprou um terreno por tuta e meia, e 30 minutos depois vendeu por 20 milhões. Especulação imobiliária no seu pior. Terrenos agrícolas comprados baratos, que após uma ida à câmara respetiva passa a ter um pedaço de papel que atesta a sua capacidade para construção, multiplicando assim várias vezes o seu valor. 

  



Traficado por Dinis Vieira às 12:35
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O Real Crime de Colarinho Branco em Portugal

Após uma prolongada ausência, voltei para retornar à divulgação de artigos que são caros a todos nós, e que é necessário serem reproduzidos através da rede global, pois os media tradicionais estão comprometidos.  

 

Começando como deve ser, vou deixar exposto um vídeo feito em Dezembro de 2012, da Associação do 25 de Abril. 

Neste trecho intervém Paulo Morais, um Senhor com letra grande. Se já o tinha em boa consideração, agora idolatro-o. Haja assim mais almas lusitanas para conseguirmos mudar o rumo. 

É uma das explicações mais claras e cabais que se pode encontrar sobre a real grande corrupção em Portugal. Porque estamos assim de rastos? Porque nos tiram os trabalhos, os ordenados, as pensões? É um vídeo de meia hora, mas garanto-vos que nem um só minuto é desperdiçado. Não falta nada: nomes, instituições, modus operandi,... está tudo aqui, é público, o que falta para nos mexermos e salvarmo-nos da bancarrota? 

  

 

  
  
Aqui fica a parte seguinte ao vídeo anterior, ainda com a intervenção do Sr. Paulo Morais, em resposta às perguntas que foram colocadas pela audiência. 
  


Traficado por Dinis Vieira às 12:16
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Domingo, 17 de Julho de 2011
Ascensão do IV Reich

Antes foi assim... 

 

 

 

Agora é assim... 

  

 

 

O IV Reich já se encontra entre nós, mas desta feita a máquina propagandista foi substituida pela bem mais eficaz máquina capitalista. Os alemães perderam a guerra que eles próprios encetaram com propósitos económicos, e aprenderam bem a lição com os seus inimigos, adotando agora a oleada e eficaz camuflagem do modelo da economia atual. 

Ninguém aceita ideias novas pela força. É preciso apresentar as mudanças de forma subliminar e sugestiva, deixando as pessoas interiorizarem-nas, pois deste modo a sugestão irá ser aceite sem contestação e nem será minimamente posta em causa.

É precisamente o que sucede no caso do império do capitalismo. Nascemos dentro deste meio e a maioria de nós nem sequer põe em causa o seu funcionamento. 

O povo alemão tem-se mostrado inconformado com os avultados empréstimos cedidos à Grécia e a Portugal. No entanto, os juros exacerbados que lhes estão associados levarão a receitas recorde para o seu orçamento. Só há ganhos. No improvável, digo eu, caso dos países endividados não repagarem os valores em falta, os credores irão pedir o dinheiro junto das garantias que foram apresentadas. Não há risco, isto é negócio puro e duro, de exploração não só de economias mais débeis, mas igualmente de governos sem pulso. 

 

Como sabem, isto não foi criado da noite para o dia. Para que os países chegassem a este ponto de endividamento, foi necessária uma preparação a longo prazo. Daí a imposição de cotas, ou seja de limites à produção através da exploração dos recursos destes países. Adveio que estes tiveram que adquirir o que não podiam produzir às nações onde as cotas continuavam a permitir um excesso de produção.

Lucro fácil para alemães e companhia. Dívida fácil para Grécia e companhia. Antes a Alemanha e companhia pagavam à Grécia e companhia para não produzir, agora emprestam para finalmente cobrar os dividendos, que se juntam ao lucro obtido anteriormente pelas exportações extraordinárias, e que ainda se mantêm pois na Grécia também é preciso comer e já não têm estrutura para suportar tal produção. 

 

Observem a primeira imagem, do III Reich, onde se pode observar que a Grécia lá se encontra. Não conseguiram à primeira, mas o bom aluno retornou poucas décadas depois com uma nova abordagem, e lá conseguiu subjugar os infelizes gregos. Para mal dos nossos pecados, também fomos enrolados desta feita. Apesar de por princípio ser contra a ditadura cega de António Salazar, dou a mão à palmatória neste aspeto, que ele soube gerir magistralmente o nosso afastamento do declínio. Já nessa altura, a miséria e a desgraça de uns foi o mote para o enriquecimento de outros, incluindo Portugal que aproveitou para guarnecer o stock de ouro. Todavia desta vez não temos uma pessoa pragmática a conduzir os destinos da nossa nação, mas sim uns pobre tolos, iludidos por discursos europeus de glória e prosperidade, de um futuro de irmandade e igualdade, em que todos juntos prosperamos: caíram no goto da camuflada máquina propagandista do IV Reich. 

 

Como se encontra ilustrado na segunda imagem, Merkel propõe para os demais o que não faz na Alemanha. Não faz porque não precisa. Não precisa porque nós os sustentamos, desde as exportações dos últimos 20 anos, e agora a pagar os empréstimos solidários com juros que falam por si, não em irmandade e igualdade, mas sim em subjugação à pseudo-superioridade da raça alemã. Sempre foram nazis, agora somente nazipitalistas. 

 

Só falta mesmo a sublevação para o mundo da voz dum líder, ao bom jeito de Hitler. 



Traficado por Dinis Vieira às 11:28
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Domingo, 19 de Junho de 2011
Ode aos passos de Coelho

Bem hajas Passos Coelho. Acredito em ti,... pelo menos para já.

 

Se o futuro vier a dar razão às vozes que criticam a tua falta de preparação para governar o país, pelo menos algo de positivo já alcançaste. Foste capaz de desprender-te de (parte) favores de campanha, de cargos entaichados, de promessas que assim ficam a pairar no ar. Levaste contigo pessoas capazes e, mesmo que tu não o sejas, tiveste o dom de te rodear de quem o é.

 

Porque vejamos, a maioria dos grandes empresários de sucesso deste país tem pouco mais do que dois palmos de testa. Todavia, esse pouco de bom senso levou-os a saberem rodear-se por pessoas competentes, e esse é o caminho fundamental para o sucesso.

 

Mesmo que o próprio fosse um rasgo de genialidade, sozinho dificilmente levaria a bom porto este Titanic. Vejam os exemplos bem sucedidos dos fundadores do Facebook ou do Google: são sem dúvida pessoas com uma capacidade superior à média, mas o grande feito foi o de conseguirem captar alguns dos melhores recursos humanos disponíveis no mercado. Alguns, certamente mais aptos que os patrões, com potencial para encetarem uma igual empreitada por si mesmos, mas a verdade, é que terminaram a trabalhar para outrém ao invés de empreenderem. 

 

E o nosso Passos Coelho, tirará tal rendimento dos recursos humanos que atraiu consigo para o poço da morte? O tempo dirá se realmente eles são valor acrescentado para a gestão do novo primeiro ministro ou se se tratam somente de ilustres desconhecidos, teóricos sem o necessário empirismo, autores de livros e palestras que debatem os problemas quotidianos, comentadores políticos televisivos, mas todos igualmente fruta sem sumo como os predecessores. 

 

Por ora, ouço passos de coelho na direção certa, a palpar terreno com receio das areias movediças, como quem atravessa um pântano no breu. Ouço Portas atrás de mim a bater, com a promessa de males trancados no passado.

 

Defendo este novo elenco com garras e dentes.

Defendo-os contra os que criticam a inexperiência política: então não foram os políticos profissionais que levaram essa classe a arrastar-se pela lama? Não foram os ditos profissionais que arruinaram Portugal como nunca antes tinha acontecido?

Então este sangue novo é uma lufada de ar fresco para a credibilização da sua casa... deixem-nos trabalhar para vos lavar a cara perante o povo.

 

Defendo-os porque acredito que podem efetivamente ser mais competentes na gestão dos ministérios e dos desígnios do país.

Defendo-os porque acredito que serão mais honestos e corretos na condução dos cargos que lhes são confiados, não os usando para benefício ilícito próprio ou de terceiros. 

Defendo-os porque acredito que serão mais transparentes e verdadeiros com os portugueses sobre a realidade que nos aflige. 

Defendo-os porque acredito que terão uma dose de bom senso que faltava anteriormente, escutando opiniões diversas e analisando apartidariamente, deixando cair megalomanias em tempos que falta pão nas mesas. 

Não defenderia se fossem mais do mesmo. Estava farto. 

 

Fica então aqui o onze do mister Coelho

 Para a baliza

Ministro da Defesa:

José Pedro Aguiar Branco;  

 

 

                                                      

   Para defesa direito,                                     Para defesa central,                                     Para defesa central,                               Para defesa esquerdo,

Ministro dos Assuntos                           Ministra da Agricultura,                  Ministro da Administração                       Ministro da Educação 

     Parlamentares:                                     Ambiente e Território:                                            Interna:                                              e Ensino Superior:

     Miguel Relvas;                                             Assunção Cristas;                                             Miguel Macedo;                                                  Nuno Crato;

 

 

 Para trinco,

Ministro das Finanças:

Vítor Gaspar; 

 

 

                                                                                         

                                                    Para médio ofensivo direito,                                                                    Para medio ofensivo esquerdo,

                                                          Ministra da Justiça:                                                                           Ministro da Segurança Social:

                                                     Paula Teixeira da Cruz;                                                                                    Pedro Mota Soares;


 

                                                                                                         

                               Para extremo direito,                                          Para Avançado centro,                                       Para extremo esquerdo,          

                               Ministro da Saúde:                           Ministro dos Negócios Estrangeiros:                           Ministro da Economia:

                                    Paulo Macedo;                                                             Paulo Portas.                                                   Álvaro Santos Pereira; 


 



Traficado por Dinis Vieira às 15:34
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Sexta-feira, 3 de Junho de 2011
Gangsteres portugueses de Colarinho Branco

         Comecemos então por um lugar comum, uma espécie de âncora de todo o gangster português que se preze: o Gangster do Colarinho Branco. 

  

  

Colarinho Branco: Enquadramento Histórico

 

       Em 1930, Upton Sinclair usou pela primeira vez o termo colarinho branco. A expressão refere-se a um profissional assalariado, com tarefas administrativas, burocráticas ou de gestão, opondo-se às do colarinho azul, cujo trabalho requer emprego de mão de obra física. Durante os séculos XIX e XX, os trabalhadores masculinos da América e Europa eram quase sempre vistos usando colarinho branco. No século XX nos países anglófonos, a cor das coberturas e das golas indicavam o status social dos trabalhadores: azul para operários, castanho para supervisores e branco para a equipa profissional, bem como para engenheiros.

        Uma pessoa de colarinho branco é alguém que trabalha num escritório ou que não executa esforço físico. (Fonte: Wikipédia)

 

 

Crime do Colarinho Branco: Enquadramento Histórico

 

        O crime do colarinho branco, no campo da criminologia, foi definido inicialmente pelo criminalista americano Edwin Sutherland, como sendo um crime cometido por uma pessoa respeitável e de alto status social, no exercício das suas funções. Os cargos normalmente exercidos criam oportunidades para se cometer fraudesubornouso de informações privilegiadaspeculatocrimes informáticos e contrafação, crimes que podem ser mais facilmente perpetrados por funcionários ou empresários engravatados: os de colarinho branco. 

      Representa um abuso de confiança. Refere-se a um tipo de crime de difícil enquadramento numa qualificação jurídica precisa. Em geral, é cometido sem violência, em situações comerciais, com considerável ganho financeiro. Os autores utilizam métodos sofisticados e transações complexas, o que dificulta muito a sua percepção e investigação. (Fonte: Wikipédia)

 

 

Gangster do Colarinho Branco Português

por Dinis Vieira

 

          O colarinho branco representa logo à partida uma luta de classes. Uma luta na qual poucos triunfam entre muitos. Uma luta que por sua vez representa em toda a plenitude o esplendor e austeridade do capitalismo. 

         Por cá, o fantasma deste crime assombra atualmente os meandros da política, lançando no folclore popular os figurinos que os portugueses esperavam ver como piloto ao leme da nação. 

         É designado como um crime sem uso de violência. Como assim? Milhões de portugueses têm visto as suas condições de vida degradarem-se paulatinamente, forçando-os em muitos casos à precariedade. Assisti pessoalmente a famílias que entregaram a casa. Assisti pessoalmente a pessoas que pedem para comer. Isto não é violência? É sim. Sei distinguir o bem do mal. Sei alhear-me às análises frias que são realizadas aos números, consigo enxergar além da responsabilização financeira que imputam às pessoas atingidas, consigo ver a dor do povo.

        Existe um movimento que aborda a temática do capitalismo e do mundo do colarinho branco: o Movimento Zeitgeist. Este movimento já se encontra presente em dezenas de países, incluindo Portugal. Em terras lusitanas já tem representação numa vintena de concelhos.

     Apesar de não concordar com todos os aspectos que o movimento foca, identifico-me inequivocamente com os principais. Para os interessados, aqui fica o site português: http://www.zeitgeistportugal.org/ 

        A página principal apresenta um vídeo que resume o objetivo e propósitos do movimento. Advoga um mundo sustentável, baseado numa sociedade global. Não se trata de uma qualquer homenagem à canção "Imagine" de John Lennon, mas de uma utopia atingível, de uma realidade incontornável de amanhã. Apresenta o mundo como ele é: fechado, limitado aos recursos que existem e em muitos casos findáveis. Propõem-se a criar um sistema governativo, económico e político, alternativo aos atuais. Todavia, reconhece o poder centralista dos que ciclicamente assumem a governação por este mundo fora. Aqueles que mesmo sem estarem em governos, governam a seu bel desplante através do poder corporativo, das instituições e empresas mais representativas mundialmente. Os colarinhos brancos mais influentes do mundo, já foram alcunhados de "A Nova Ordem Mundial", conceito entretanto caído.

      Muitos haviam que defendiam o corte da cabeça do polvo. Contudo, o método organizacional deste núcleo não é linear, antes é omnipresente e descentralizado como a internet. Se cortassem a cabeça, logo outro assumiria a esse papel. É agora convencional que a mudança terá que surgir pelo caminho mais longo, erradicando o mal pela raiz: a educação. É na educação ministrada atualmente que os seres, como indivíduos, são impregnados de uma competitividade desmedida. É essa competitividade que nos é incutida que leva as pessoas a criarem e sustentarem um ego de classes entre humanos, a almejarem sempre mais, mais do que necessitam, mesmo em prejuízo grave de grande parte da humanidade.

      Os gangsteres portugueses de colarinho branco almejam mais em detrimento da restante maioria portuguesa. No entanto, existem os gangsteres de colarinho branco de classe internacional, com outros argumentos, com outra acutilância na capacidade de estrago. Daí resulta que os danos colaterais recaiem sobre os gangsteres portugueses, mas estes, como quem não é carne mas também não é peixe, repercutem o dano para o povo português, porque afinal de contas, o povo sempre foi nesta hierarquia de monarquias e democracias, o elo mais fraco. 

        Portugal está à deriva, e não é de agora. Não temos liquidez. Se pedimos X a crédito ao banco central, e após o prazo temos que pagar com juros, teremos que devolver mais do que pedimos. Ora está que não temos. Pedimos novo empréstimo a crédito para pagar o primeiro, que trazem a monte mais os seus juros. Após o prazo de pagamento temos de pagar novamente, mas... não temos. Lá vamos nós pedir novamente empréstimo para pagar empréstimo, sempre com os juros que isso representa. Não é preciso saber muito de economia para perceber que é um ciclo vicioso do qual não há saída. É preciso gerar uma fonte de rendimento, algo que os outros não tenham, que não consigam facilmente ter, e... que precisem. 

      É deste mundo que os gangsteres de colarinho branco precisam, este das especulações, das permeáveis tramas jurídicas, dos lobbys, do favorecimento ilícito, da exploração e açabarcamento económico que é feito à população, da propaganda à máquina bem oleada.

      Sim, propaganda. Sempre foi um dos maiores aliados do poder. Não se julgue que propaganda é mera publicidade. Não. É manipulação, é manipulação camuflada. A televisão ainda é atualmente o melhor meio de divulgação, e por tal o canal de excelência de propaganda. Julgamos que estamos no controlo, mas em verdade somos controlados. Essa é a essência da propaganda: a ilusão. Somos a todo o momento levados a crer que determinado produto é melhor ou não, que determinada doença é mortífera e está a alastrar, que determinado partido já ganhou as eleições devido às sondagens, que determinada pessoa cometeu certo crime quando até está inocente. Em Portugal, foi sublimemente usada por António Salazar. Apesar de pessoalmente considerar que tinha propósitos altruístas, faltou-lhe discernimento para levar Portugal mais além, sufocando o povo até ao limite.

     A propaganda também hoje em dia é usada ostensivamente no meio político. Quando incómoda, é abafada, como o conhecido caso da Manuela Moura Guedes. 

     Recentemente, tive uma experiência inusitada noutro dos grandes meios propagandísticos atuais. Reparei que nas notícias dos principais sites portugueses, de diversos jornais online e do próprio Sapo, havia indivíduos que reiteradamente contrapunham-se aos comentários negativos ao partido do poder, bombardeando esses espaços de comentários com mensagens propagandistas. Não afirmavam-se a si mesmos, mas sim como vozes do povo. Comentei, dei a minha opinião. Aleguei e alertei os demais para este facto, de propaganda, de indivíduos assalariados que tinham como função a intervenção nos comentários, como caraterização do povo. Coloquei somente duas opiniões. Cerca de trinta segundos depois, o espanto. Fui ameaçado através de mensagem particular de que deveria parar com aquelas intervenções, pois eram difamatórias e lesivas, de tal modo que poderia ter consequências judiciais!!! Incrível. Fiquei boquiaberto, abismado. Nunca pensei que chegassem a tal ponto! Não difamei, não injuriei. Disse a verdade. Dei a minha opinião de forma assertiva. Esta gente ainda julga que pode calar o povo, que podem calar as vozes contraditórias. Cortar as rédeas a uma figura proeminente como a jornalista Manuela Moura Guedes deveria ser suficiente para lançar o pânico, para suster opiniões negativas ao bom jeito da PIDE. As pessoas estão a despertar. As mentes estão cada vez mais argutas, a alma desvairada com sede de justiça. Não nos calais. 

 

        Para vós, gangsteres portugueses de colarinho branco, junta-se esta missiva, tal como outras antes e muitas outras que se seguirão. É uma mensagem, um aviso. O povo está vivo, a acordar. O mundo tal como é tem os dias contados pois a genialidade do ser humano e a sua própria humanidade, irão confluir para a mudança que urge. Movimentos espontâneos ou não, como o Zeitgeist, irão despoletar e ganhar vida própria, levando-nos ao incontornável amanhã, num novo mundo de igualdade, de compartilhamento, de confraternização, sem fronteiras territoriais, barreiras linguísticas, sem preconceitos religiosos. O mundo em comunhão em direcção a um futuro melhor, mais eficiente, sustentável em recursos, de ambiente são. Venha então. 



Traficado por Dinis Vieira às 17:31
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